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Polícia Civil prende autor de homicídio de jovem grávida em Várzea Grande

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A Gerência Estadual de Polinter e Capturas prendeu na manhã desta segunda-feira (18.09) o autor de um homicídio ocorrido há sete anos em Várzea Grande.

João Gregório da Cruz, de 27 anos de idade, foi localizado no bairro São Mateus, em Várzea Grande, e encaminhado à sede da Polinter para a formalização do mandado de prisão expedido pela 2a Vara Criminal de Cuiabá.

Ele teve a prisão em caráter definitivo decretada após condenação a 10 anos e sete meses por homicídio qualificado. Ele foi investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa pelo crime praticado em 2016, no bairro de Vila Operária, em Várzea Grande.

A vítima, Gimarle de Campos, de 22 anos, estava grávida de sete meses e foi morta com perfurações de faca. As investigações apontaram João Gregório e outros dois adultos como autores do crime. O corpo de Gimarle foi encontrado seminu, na cama de sua residência.

Depois de formalizado o cumprimento da ordem de prisão, ele foi encaminhado a exame de corpo e delito e será apresentado em audiência de custódia.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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