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Polícia Civil prende autor de homicídio de dono de bar em Vera

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Policiais civis da Delegacia de Vera cumpriram a prisão de F.N.S., de 34 anos, investigado pelo homicídio de um ex-candidato a vereador pelo município. O autor do crime foi preso na quinta-feira passada (09.01).

O homicídio ocorreu no dia 30 de outubro do ano passado, quando Ari da Silva de Abreu, de 67 anos, e sua esposa foram atingidos por disparos dentro do bar do casal. Ele foi a óbito ainda no local e a esposa socorrida e encaminhada ao hospital com ferimentos causados pelos disparos.

A investigação da Delegacia de Vera apontou que Ari Abreu havia sofrido uma tentativa de homicídio quatro dias antes de ser executado. A apuração policial revelou ainda que a vítima teve a morte decretada por uma organização criminosa com atuação no estado. Ari e autor do homicídio eram amigos de longa data, o que facilitou a aproximação por parte do criminoso.

A Delegacia de Vera segue com a investigação para identificar outro participante do crime, que ajudou na fuga do executor.

F.N.S. também é investigado por outro homicídio ocorrido em Vera, também a mando da facção criminosa.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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