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Polícia Civil prende 11 pessoas em operação de combate ao tráfico em Apiacás

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Apiacás, deflagrou na manhã de sábado (08.04), a Operação Déjà-vu, para cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão, contra alvos identificados em investigações de combate ao tráfico de drogas no município.

A operação foi deflagrada após aproximadamente um ano de intenso trabalho investigativo e resultou na prisão de 11 pessoas, entre mandados de prisão e flagrantes. Durante as buscas nos alvos foram apreendidas drogas, aparelhos celulares e dinheiro.

Um dos alvos já cumpre pena na Penitenciária Central do Estado (PCE), sendo solicitado apoio da equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) para cumprimento dos mandados de prisão preventiva e busca e apreensão.

A operação contou com a participação de 36 policiais civis, entre investigadores, escrivães e delegados, da Regional de Alta Floresta e da DRE.

Nome da operação:

Déjà-vu faz referência a uma situação já vivenciada, e neste caso, todos os alvos já cumpriram pena anteriores por tráfico de drogas

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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