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Polícia Civil, Politec e parceiros ministram palestra do Projeto Homem Moderno

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Assessoria | Polícia Civil-MT

 A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), em parceria com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), ministraram uma palestra sobre violência doméstica.

A ação preventiva e de cunho social foi promovida na quinta-feira (10.02), para o público masculino os quais configuram como autores em delitos tipificados na Lei Maria da Penha.

Uma das palestras, ministrada pela delegada Judá Marcondes, teve como objetivo conversar e orientar sobre a evolução dos direitos da mulher, o prejuízo do abuso do álcool nas relações intrafamiliar e as consequências psicológicas da violência doméstica à família.

O encontro contou também com explanações feitas pelo médico legista, Antônio José Rodrigues, pelo psicólogo Luís Reinaldo Cândido da Psicoclínica e pelo coordenador do Alcoólico Anônimos (AA) Juca.

O evento faz parte do projeto “Homem Moderno”, desenvolvido pela DEDM de Cáceres, que visa a conscientização de homens sobre a importância da valorização da mulher na sociedade, bem como busca a diminuição da reincidência nos crimes de violência doméstica.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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