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Polícia Civil localiza residência que deu apoio a autores de roubo a loja de celulares e prende duas mulheres

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Uma residência que serviu de apoio aos criminosos que roubaram uma loja de eletrônicos e aparelhos celulares, em Tangará da Serra, nesta semana, foi localizada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (25.05). Duas mulheres que estavam com parte dos produtos roubados foram presas em Tangará da Serra e Barra do Bugres.

Após diversas diligências para esclarecer o crime, ocorrido na segunda-feira, a equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Tangará da Serra localizou o imóvel, no bairro Jardim Presidente. Na casa estavam duas mulheres responsáveis pelo imóvel, sendo constatado que uma delas, .F.S. é cunhada de um dos autores do roubo.

Em entrevista aos investigadores, a suspeita informou que os dois criminosos fugiram e deixaram somente alguns dos objetos roubados para que ela vendesse. Em seu quarto, os investigadores apreenderam diversos aparelhos e carregadores portáteis.

Durante as diligências, a equipe de investigação que um aparelho celular modelo Iphone roubado estava com outra suspeita, na cidade de Barra do Bugres. Foi solicitado apoio dos investigadores da cidade vizinha, que localizaram a suspeita, K.E.F.E, em sua residência, com ela estava o celular Iphone 14 Pro Max, carregador e uma caixa de som da marca JBL. Na casa, os policiais civis apreenderam ainda, escondidos no forro do imóvel, uma balança de precisão e 200 pinos utilizados para embalar cocaína.

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As suspeitas foram conduzidas às respectivas delegacias da Polícia Civil, com os objetos apreendidos, e autuadas pelos crimes de receptação e associação criminosa.

Roubo

O proprietário da loja informou que na segunda-feira (22), pela manhã, dois homens chegaram à loja, se passando por clientes, e disseram que queriam comprar dois celulares. Em seguida, um deles sacou uma arma e anunciou o roubo.

A vítima e seu funcionário foram rendidos, tiveram as mãos amarradas e levados para o fundo da loja. Os criminosos começaram a carregar as mercadorias (celulares, carregadores, capinhas, cartão de memória e caixas de som JBL), colocando dentro de duas bolsas grandes e coloridas. Após os suspeitos saírem da loja em uma moto, a vítima conseguiu se soltar e ligar para a polícia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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