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Polícia Civil lança livro da história dos 180 anos da instituição

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Em comemoração ao aniversário de 180 anos da instituição, a Polícia Civil de Mato Grosso lança a obra institucional da sua história no estado. O lançamento do livro da história dos 180 anos da Polícia Civil de Mato Grosso ocorre na terça-feira, 24 de abril, às 19 horas, no Sesc Arsenal, em Cuiabá.

O livro traz um resgate histórico da trajetória da Polícia Civil, com a descrição de acontecimentos e eventos marcantes, merecedores do registro para as atuais e futuras gerações.

A obra foi organizada por uma comissão instituída pelo delegado-geral através da portaria 061/2021, formada por servidores públicos de carreira que buscaram informações, pesquisas, relatos e imagens para imortalizar a história da instituição.

A Polícia Civil de Mato Grosso foi criada em 24 de maio de 1842, e desde então vem se desenvolvendo em busca de melhorias e adequação à realidade vigente.

Com 180 anos de existência, a instituição segue bravamente avançando nas áreas tecnológica e humana, atuando na sua atribuição de acolher vítimas e investigar crimes.

EVENTO: LANÇAMENTO DO LIVRO DA HISTÓRIA DOS 180 ANOS DA POLÍCIA CIVIL DE MATO GROSSO

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DATA: 24 DE MAIO DE 2022 

HORÁRIO: 19 HORAS

LOCAL: SESC ARSENAL – BAIRRO PORTO – CUIABÁ / MT

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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