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Polícia Civil lamenta morte de escrivão Antônio Roberto Rodrigues Constante

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A Polícia Civil comunica o falecimento do escrivão de polícia, Antônio Roberto Rodrigues Constante, na madrugada desta quarta-feira (14.02), em decorrência de dengue hemorrágica. O escrivão estava atualmente lotado na Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) de Várzea Grande.

O policial deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento, na manhã de segunda-feira (12), sendo encaminhado para UTI, onde foi intubado, porém não resistiu.

O velório do policial está sendo realizado nesta quarta-feira (14), na Funerária Santo Antônio em Várzea Grande.O sepultamento do corpo está marcado para as 15 horas no Cemitério Parque Bom Jesus, no bairro Parque Cuiabá, na Capital.

A Polícia Civil lamenta a morte do servidor que dedicou tantos anos de sua vida à instituição e presta condolências aos amigos e familiares.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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