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Polícia Civil investiga furto de cabeças de gado em Paranatinga

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá), recuperou na quinta-feira (16.03), dezenove cabeças de gados furtadas de uma propriedade rural, e que haviam sido supostamente vendidas para uma empresa.

Conforme a vítima, os animais possuíam marcas de uma fazenda, e estavam sendo comercializados sem o conhecimento do proprietário.

Os fatos somente foram descobertos após a representante da empresa reconhecer o marca nos bovinos, e ao entrar em contato com o dono da gado, e este informou não saber nada sobre a venda.

Diante dos fatos, foi registrado o boletim de ocorrência, e durante as investigações cinco pessoas foram identificadas por suspeitas de participar da referida subtração.

Entre os envolvidos, está o motorista do caminhão que fez o transporte dos animais. Todos os identificados responderão ao inquérito policial instaurado pelo crime de furto.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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