POLÍCIA
Polícia Civil indicia envolvidos em extorsão praticada contra comerciante em Barra do Garças
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, concluiu o inquérito policial que apurou uma situação de extorsão, praticada contra um comerciante da cidade, com o indiciamento de dois homens envolvidos no crime.
Na ocasião, os suspeitos chegaram a ser presos em flagrante, mas negaram a participação em atividades ilícitas.
Contudo nas investigações da Derf Barra do Garças, foram colhidas informações que confirmaram a atuação dos suspeitos com a prática ilícita, incluindo a formação de uma organização criminosa.
Com base nos elementos apurados, o delegado da Derf Barra do Garças, Joaquim Leitão Júnior, formalizou o indiciamento dos investigados pelos crimes de extorsão e organização criminosa, remetendo o caso ao Judiciário, a fim de que o Ministério Público possa ofertar eventual denúncia e a continuidade da persecução penal.
Os investigados continuam presos à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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