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Polícia Civil incinera mais de 200 quilos de entorpecentes em Pontes e Lacerda

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A Delegacia de Pontes e Lacerda incinerou, nesta quarta-feira (28.02), mais de 200 quilos de entorpecentes apreendidos pela Polícia Civil na região.

Foram queimadas, em um forno de uma empresa da cidade, drogas como cocaína, maconha, crack e pasta base.

Os entorpecentes foram apreendidos pelas delegacias de Pontes e Lacerda, de Jauru, de Campos de Júlio e de Comodoro.

A queima das drogas contou com o acompanhamento de representantes do Ministério Público, Poder Judiciário, Vigilância Sanitária, Politec e apoio da PRF e Corpo de Bombeiros.

O ato de incineração, conforme a Lei 11.343/06, tem como objetivo evitar o acúmulo de substâncias apreendidas nas unidades da Polícia Civil e também proporcionar um ambiente de trabalho mais seguro e adequado para os servidores.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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