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Polícia Civil incinera drogas apreendidas em operações avaliadas em R$ 500 mil

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Tapurah (a 390 km de Cuiabá), incinerou, nessa quarta feira (19.3), cerca de 50 quilos de drogas apreendidas em operações recentes na cidade.

Os entorpecentes estavam divididos entre maconha, cocaína e pasta base. A incineração representou um prejuízo de R$ 500 mil às facções criminosas e seguiu todos os protocolos legais.

Em apenas uma das apreensões realizadas pela Polícia Civil de Tapurah, foram apreendidos 5 mil pinos de cocaína e 13 kg de maconha.

“A destruição dos entorpecentes reforça o compromisso das forças de segurança no combate à criminalidade e na proteção da sociedade, além de representar um duro golpe contra as organizações criminosas que atuam na região de Tapurah e Itanhangá”, disse o delegado Artur Almeida.

A Polícia Civil segue no enfrentamento ao tráfico de drogas, garantindo que materiais ilícitos sejam retirados de circulação e os responsáveis devidamente responsabilizados.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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