POLÍCIA
Polícia Civil incinera 300 quilos de entorpecentes em Rondonópolis
POLÍCIA
A Polícia Civil incinerou nesta segunda-feira (04.07), em Rondonópolis, mais 300 quilos de entorpecentes apreendidos no semestre. A queima da droga é autorizada pela Justiça após realização de perícia pela Politec.
O material incinerado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis é resultado de apreensões realizadas pelas forças de segurança em ações policiais no município.
Esta é a quinta incineração em 2022 realizada pela Derf e já alcançou quase 2,5 toneladas de entorpecentes queimados, entre maconha, cocaína, pasta base e drogas sintéticas.
O ato faz parte da Operação Narco Brasil, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no combate ao tráfico de drogas, incineração de entorpecentes e cerco ao crime organizado com auxílio das forças policiais federais e dos 26 estados e o Distrito Federal.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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