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Polícia Civil incinera 2,5 toneladas de entorpecentes

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Na manhã desta quarta-feira (16.4), a Polícia Civil realizou a incineração de 2,5 toneladas de entorpecentes. Esse montante de drogas é proveniente de apreensões feitas pelas forças de segurança, ocorridas desde o início deste ano, em Cuiabá e Várzea Grande.

A incineração foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc). As drogas, entre maconha, pasta base, cocaína e drogas sintéticas, geraram diversos procedimentos na Denarc, entre inquéritos policiais, Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) e autos de prisão em flagrante.

O delegado titular da Denarc, Wilson Cibulski Júnior, destacou que a destruição do material ilícito apreendido contribui para a redução não apenas do tráfico de drogas, mas também de outros crimes cometidos por facções criminosas e financiadas por esta atividade.

“O trabalho de combate ao tráfico de drogas realizado pelas forças de segurança tem sido constante e intensificado por meio de ações individuais e integradas dessas forças policiais”, disse o delegado, reforçando que a ação é parte do compromisso da Polícia Civil no combate ao crime organizado, por meio do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado.

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A queima da droga ocorreu com autorização judicial e contou com apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pela conferência e lacre do entorpecente destinado à destruição.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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