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Polícia Civil incinera 150 quilos de cocaína apreendida esta semana em Canarana

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Canarana (803 km a leste de Cuiabá), incinerou nesta sexta-feira (24.03), mais de 150 quilos de cocaína que foram apreendidos durante a semana em ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar.

Na ocasião, também foram destruídas drogas referentes a apreensões anteriores, totalizando 205 quilos de entorpecentes incinerados.

A grande quantidade de droga foi apreendida na terça-feira (21), durante a abordagem de um veículo, ocasião em que o condutor empreendeu fuga e colidiu contra o muro. Na carroceria do veículo, foram encontrados aproximadamente 153,55 ;kg de cocaína, distribuídos em 150 tabletes, que estavam armazenados em sacos pretos. ;

O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Canarana, onde foi interrogado pelo delegado Danilo Rodrigues e autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, sendo representado pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

“O inquérito está na fase final, faltando somente juntar o relatório da incineração para enviar ao Judiciário, devendo o trabalho ser concluído nos próximos três dias”, disse o delegado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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