POLÍCIA
Polícia Civil identifica segundo envolvido no crime de homicídio e ocultação de cadáver em Juara
POLÍCIA
O segundo envolvido no desaparecimento e homicídio de um homem em Juara (709 km a médio norte de Cuiabá), foi identificado pela Polícia Civil, na terça-feira (28.11), após investigação para apurar o crime.
O suspeito teve o mandado de prisão preventiva decretado pelo juízo da 3ª Vara da Comarca local, por homicídio duplamente qualificado, organização criminosa, ocultação de cadáver e tráfico de drogas.
O crime
No dia 02 de novembro, a Delegacia de Juara foi comunicada sobre o desaparecimento de Guilherme Ferreira do Nascimento, de 32 anos.
Conforme o comunicante, Guilherme foi visto entrando em sua residência no bairro Jardim Santa Antonieta, na companharia de dois indivíduos, bem como todos saíram do local no período da noite, em um único veículo.
Desde então ele desapareceu, sem dar notícias para a família e para os colegas de trabalho.
Investigação
Diante dos fatos os policiais civis de Juara passaram a diligenciar, conseguindo identificar os dois homens envolvidos no homicídio. Na ocasião, um deles foi preso e assumiu o crime.
O suspeito revelou o local exato onde o corpo da vítima estava. No dia 09 de novembro, Guilherme foi localizado sem vida, em uma cova rasa à beira da estrada, situada no entorno da cidade.
Além do cadáver, a equipe também encontrou no meio da mata vestes e pertences da vítima.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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