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Polícia Civil identifica autores de pichações alusivas à facção criminosa em Juína

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Três pessoas maiores de idade foram presas por envolvimento em práticas de pichações e vandalismo no município de Juína. Além delas, outros quatro menores foram apreendidos.

A apreensão e prisão foram realizadas nesta quinta-feira (20.3), logo após denúncia de que um grupo de pessoas estaria pichando muros da cidade e câmeras de monitoramento do Programa Vigia Mais MT, do Governo do Estado, com as iniciais e demais dizeres alusivos às ações de uma facção criminosa.

Tão logo a Polícia Civil tomou conhecimento sobre o fato, deu início às diligências para levantar informações, bem como obter acesso a imagens de videomonitoramento do Vigia Mais MT no município que pudessem colaborar com as investigações.

Com base nas informações até então levantadas, os policiais chegaram à identificação do grupo suspeito de praticar o ato. Com os menores, os policiais encontraram resquícios de materiais usados nos pichamentos, na cor vermelha, idêntica ao que foi utilizada nas pichações. Além disso, também foram encontrados entorpecentes.

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Após a ação, todos foram conduzidos até a delegacia, onde foram tomadas as medidas legais cabíveis, conforme situação de cada um dos envolvidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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