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Polícia Civil identifica adolescentes que praticavam cyberbullying em Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Barra do Garças, identificou adolescentes que praticaram bullying pela internet contra vítimas do município.

Uma ocorrência registrada na unidade policial apontava que adolescentes estavam sendo vítimas de difamação praticada pela rede social TikTok. O conteúdo difamatório possuía, inclusive, cunho sexual.

A apuração da Polícia Cikvil apontou que a conduta criminosa gerou abalo psicológico nas vítimas, com ofensas à saúde, o que configura o crime de lesão corporal. Em decorrência das divulgações, as vítimas passaram a ter dificuldades no convívio social e na escola, configurando a prática de cyberbullying.

Com as informações iniciais, a 1ª Delegacia de Barra do Garças, por meio de aparato tecnológico e com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional, conseguiu identificar a origem das mensagens e quem as replicava. Os autores identificados são adolescentes, que sem o conhecimento dos pais, faziam as publicações por meio de aparelhos celulares, tablets e computadores.

Por se tratar de rede social sediada em outro país, a investigação se deu em língua estrangeira, que contou com a tradução feita por integrantes da Polícia Civil.

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A 1ª Delegacia de Barra do Garças destaca que a internet não é ambiente livre de responsabilidades e não há anonimato nos atos praticados, sendo os seus autores identificados e responsabilizados.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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