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Polícia Civil identifica adolescente que ameaçou escola de Nova Xavantina

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e Delegacia de Nova Xavantina, identificou o adolescente responsável por criar um perfil falso na rede social e fazer uma ameaça contra uma unidade de ensino.

Por meio da página virtual, o menor, de 17 anos, ameaçou fazer um massacre em uma escola pública de Nova Xavantina.

Logo que foram acionados pela Delegacia de Nova Xavantina, os policiais civis da DRCI passaram a apurar as informações, que resultou na identificação do autor.

O adolescente foi localizado e encaminhado à unidade policial para esclarecimentos. Ouvido pelo delegado de Nova Xavantina, Raphael Diniz, o adolescente disse que a postagem seria apenas uma ‘brincadeira’. A mãe do menor também foi ouvida na Delegacia de Nova Xavantina.

Conforme apuração da Polícia Civil, o adolescente já praticou ato infracional análogo ao artigo 41 da Lei de Contravenção Penais, que é praticar ato capaz de provocar pânico ou tumulto.

A Polícia Civil destaca que tem reprimido a prática de condutas como essa, atuando com ações investigativas, por meio da DRCI, para repressão às divulgações de ameaças em redes sociais envolvendo escolas de Mato Grosso.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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