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Polícia Civil fecha semana de combate às drogas com gincana entre alunos em Várzea Grande

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A Polícia Civil, por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária, reuniu crianças, jovens e adultos de uma escola estadual de Várzea Grande, na 4ª Edição da Gincana Estudantil “De Cara Limpa Contra as Drogas”. O evento, realizado na Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos Júnior – Jaiminho, fechou as atividades da semana internacional de combate às drogas.

O evento organizado pela equipe de Polícia Comunitária contou com a parceria de importantes instituições de Segurança como Corpo de Bombeiros Militar, Conselhos Comunitários de Segurança de Várzea Grande e a Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, além da participação especial da Secretaria Adjunta de Justiça Lenice Silva dos Santos Barbosa e sua equipe.

A Orquestra Municipal de Várzea Grande também abrilhantou e trouxe mais alegria ao evento, que desde a primeira edição, conta com apoio do Sargento do Exército brasileiro RR Geberson animando e interagindo o público local.

Todos os alunos da escola, dostrês períodos, participaram do evento, cujo tema se concentrou no combate e prevenção às drogas lícitas e ilícitas, por meio de atividades esportivas, educativas e de lazer. Uma das principais finalidades do evento é trabalhar com ações preventivas e informativas, buscando evitar que essas crianças e adolescentes façam parte do comércio consumidor e que os crimes relacionados às drogas aconteçam.

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O coordenador de Polícia Comunitária, Carlos Francisco de Moraes Coordenadoria destaca que o principal objetivo é integrar a sociedade junto às unidades de segurança, trabalhando com a filosofia de polícia comunitária. “Esse tipo de ação fortalece a ligação entre a comunidade e as forças de segurança, promovendo um ambiente seguro e saudável para todos. Essa gincana é um exemplo de como a cooperação entre diferentes organizações pode resultar em medidas significativas para combater questões sociais críticas, como o abuso de substâncias”, destacou.

O investigador de polícia, Nilton César Faria, a coordenadoria de Polícia Comunitária tem um papel crucial no fortalecimento da chamada “polícia e aproximação”. Este modelo de policiamento prioriza a formação de relações positivas entre a polícia e a comunidade, em vez de se concentrar exclusivamente na resposta a crimes, onde os resultados é uma maior confiança na instituição, e credibilidade da sua carta de serviços prestado para população mato-grossense.

“A ideia é que, construindo confiança e compreensão mútua, a polícia possa prevenir crimes antes que eles aconteçam e responder mais eficazmente quando eles ocorrem, além de contribuir significativamente para mitigar os crescentes índices de violência no ceio da sociedade”, disse o investigador.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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