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Polícia Civil esclarece roubo em que família foi feita refém em Sinop

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá), em diligências realizadas nesta terça-feira (20.02), esclareceu um crime de roubo a residência em que uma família foi feita refém no município.

A ação resultou na recuperação de diversos objetos subtraídos no roubo e na identificação do autor do crime, que foi a óbito após troca de tiros com a equipe policial. O suspeito é investigado por diversos roubos e furtos em comércios e residências de Sinop.

As diligências iniciaram logo após a equipe da Derf ser acionada do roubo em uma residência no bairro Jardim Belo Horizonte, ocorrido na tarde de segunda-feira (19). Na ocasião, a família foi feita refém e trancada no banheiro da casa, ocasião em que o suspeito subtraiu diversos pertences da casa e fugiu no veículo VW Fox das vítimas.

Durante as diligências, os policiais da Derf receberam informações sobre um dos locais utilizados pelo suspeito como esconderijo, no bairro Jardim Araguaia. Quando os investigadores chegaram ao local, o suspeito sacou uma arma de fogo e direcionou aos policiais, que revidaram a injusta agressão diante do iminente risco de vida.

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Na troca de tiros, o suspeito foi atingido e imediatamente socorrido, sendo encaminhado ao Hospital Regional de Sinop, onde não resistiu aos ferimentos e foi o óbito.

Na casa onde ele estava, os investigadores apreenderam diversos itens furtados, como três aparelhos de TV, quatro tablets, 11 relógios, 14 celulares, semijoias, entre outros, um revólver de calibre 38 carregado com cinco munições, que estava com o suspeito no momento da abordagem policial.

Todo material encontrado na casa foi apreendido e encaminhado para a Derf, para restituição das vítimas. Segundo o delegado responsável pelas investigações, José Getúlio Daniel, as investigações seguem em andamento para identificar a participação do suspeito em outros crimes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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