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Polícia Civil e Sema fecham garimpo por degradação ao meio ambiente em Poconé

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Uma operação conjunta com objetivo de checar denúncias de desmatamento ilegal na área de uma mineradora e de um garimpo no município de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá) foi deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) com apoio da Delegacia de Poconé, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Quatro pessoas que estavam atuando com desmatamento e extração ilegal de ouro responderão por crime ambiental. A ação resultou ainda no fechamento de um garimpo da região.

A operação denominada “Guardiões do Pantanal” foi deflagrada após denúncia de degradação ambiental recebida pela Dema em uma mineradora e em um garimpo ilegal na região do município de Poconé. Com base nas denúncias, 12 agentes entre policiais civis e servidores da Sema e Politec fiscalizaram a região, não sendo confirmada a denúncia de desmatamento em relação à mineradora.

Em diligências na área de garimpo, após perícia, foi constatado o desmatamento e a extração ilegal de ouro no local, sendo encontrados maquinários que estavam sendo utilizados para a degradação do meio ambiente.

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No local, foram apreendidos dois motores estacionários e uma escavadeira hidráulica. Outros dois motores estacionários utilizados para extração do ouro foram destruídos em razão da dificuldade de retirada de dentro da área de escavação. O garimpo foi embargado e fechado pelas equipes responsáveis pela operação.

Quatro funcionários que estavam no local foram conduzidos à Delegacia de Poconé, onde assinaram o Termo Circunstanciado de Ocorrência por crime ambiental. As investigações seguem em andamento e o responsável pelo garimpo e outros envolvidos responderão em inquérito policial pela prática do crime.

A Delegada, Liliane Murata, afirma que essa é rotina da DEMA e que sim a DEMA atuará dentro de sua competência no combate aos ilicitos ambientais com foco na colaboração e preservação bioma pantaneiro matorgrossense.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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