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Polícia Civil e Sema deflagram operação para conservação de reserva extrativista entre Colniza e Aripuanã

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e Gerência de Operações Especiais (GOE), em parceria Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), junto a Polícia Militar, Funai e Força nacional, deflagrou na última quarta-feira (20.04), a operação Guardiões do Bioma I.

A operação foi deflagrada com foco na preservação da Unidade de Conservação e Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, localizada entre os municípios de Colniza e Aripuanã (1.065 km e 1002 km a Noroeste de Cuiabá.

Na operação foram desmobilizados acampamentos voltados para extração de madeira ilegal da reserva, e realizada a autuação dos infratores por prática de crime ambiental, além da responsabilização administrativa e penal.

A delegada titular da Dema, Liliane Murata, afirma que o trabalho é mais uma das operações constantes no Plano de Ação do ano de 2022 da Dema realizado em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), juntamente aos demais órgãos parceiros estadual e federal.

“O objetivo da especializada é trabalhar com afinco nas investigações para que o nosso bioma seja preservado, responsabilizando os infratores pela prática do delito ambiental no Estado de Mato Grosso”, disse a delegada.

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Reserva Guariba-Rossevelt

A Reserva Extrativista Guariba-Rossevelt foi criada em 1996 pelo Decreto 9.521/96 e Lei Estadual 7.164, ampliada pela Lei 8.680/2007.

A Unidade de Conservação está localizada nos municípios de Aripuanã e Colniza, sendo a única reserva extrativista de Mato Grosso e é uma das últimas áreas de extrativismo tradicional no Estado, localizada na região noroeste de Mato Grosso, faz parte do Bioma Amazônico.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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