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Polícia Civil e Sema deflagram operação de fiscalização da pesca predatória

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), e a Secretaria de Estado de  Meio Ambiente (Sema) realizam uma operação de fiscalização com o objetivo de combater a pesca predatória na região metropolitana.

A operação foi deflagrada na segunda-feira (11.07) e segue até o dia 20 de julho. Durante os trabalhos, as equipes atuarão na fiscalização terrestre e fluvial para combater crimes ambientais de pesca ilegal, transporte irregular de pescado nos rios da baixada cuiabana.

Segundo a delegada titular da Dema, Liliane Murata, a operação faz parte dos trabalhos previstos no plano de ação da especializada no combate e prevenção da pesca predatória e preservação da fauna.

“A Dema segue com ações atuando dentro de sua competência no combate aos ilícitos ambientais com foco na colaboração e preservação do meio ambiente mato-grossense”, disse a delegada.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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