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Polícia Civil e representante de banco digital estreitam troca de informações em investigações a crimes informáticos 

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

 

A equipe da Diretoria de Atividades Especiais da Polícia Civil se reuniu nesta sexta-feira (10.03) com representante do banco digital Nubank para troca de informações a fim de estreitar o canal de comunicação entre as duas instituições e fortalecer as investigações que envolvem crimes praticados em ambientes digitais.     

“Estamos permanentemente em contato com a Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos em função de ocorrências investigadas e que envolvem fraudes cometidas por meio digital. É importante para nossa instituição essa interação”, pontuou o gerente do Setor Antifraudes do banco, Thiago Lima Alves. 

O diretor de Atividades Especiais, delegado Fernando Vasco Pigozzi, agradeceu a prestatividade do banco em procurar a Polícia Civil e fortalecer a troca de informações. Ele destacou ainda que a DRCI, criada há pouco mais de um ano, vem atuando cotidianamente na identificação de criminosos e recuperação de valores levados de vítimas nos golpes virtuais. “A atuação da delegacia especializada recuperou mais de R$ 1 milhão para as vítimas de estelionato aplicado por meio eletrônico, nesse período”, apontou o diretor. 

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O delegado titular da DRCI, Ruy Guilherme Peral, afirmou que os crimes praticados em ambientes virtuais tiveram um aumento exponencial nos últimos anos e a troca de informações com o Nubank é importante para o sucesso das investigações. “Temos atuado com a estreita colaboração dos bancos e desta forma, o Nubank está atento ao que vem ocorrendo e fortalecendo o Setor Antifraudes do banco para que seja um canal rápido e efetivo com a Polícia Civil a fim de identificar e prender os criminosos responsáveis pelas práticas criminosas e recuperar os valores das vítimas”, disse Ruy Guilherme. 

O delegado João Paulo Firpo Fontes, que passou a compor a equipe da DRCI, também acompanhou a reunião com o representante do Nubank.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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