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Polícia Civil desarticula ponto de tráfico, prende três pessoas e apreende droga, dinheiro e arma de fogo

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Três pessoas, entre elas um casal, envolvidos no comércio de entorpecentes em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), foram presas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), na tarde de quarta-feira.

A ação foi deflagrada para cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliar, decretados pelo juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca local, após investigação conduzida pela Derf de Rondonópolis.

Além das prisões, os policiais civis apreenderam porções de cocaína e maconha, uma arma de fogo, 14 munições, R$ 1,2 mil em dinheiro, dois veículos, balança de precisão, entre outros materiais.

O suspeito de 26 anos, sua esposa de 30 e o seu padastro de 41 anos, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

Durante diligências visando o combate a venda de drogas, os investigadores identificaram um jovem que associado com a esposa e o padrasto, vinham traficando substâncias ilícitas em dois endereços nos bairros Jardim Santa Marta, Jardim Primavera e adjacências.

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O padastro era responsável pela contabilidade das vendas e auxiliar na guarda do entorpecente. O enteado tinha a função de guardar e também vender, bem como recebia o auxílio da mulher nas duas etapas do crime.

Conforme apurado, ao transportar a droga utilizando em um veículo Honda Civic, o casal costumava levava os filhos junto, como forma de ludibriar as forças policiais.

Diante dos indícios a Polícia Civil representou pelos mandados de busca e apreensão domiciliar, tendo como alvo os endereços dos investigados.

Com as ordens decretadas pela Justiça, a equipe deslocou-se para o primeiro local, onde ao abordar o jovem, este correu até um corredor localizado nos fundos da residência e arremessou uma sacola para o terreno ao lado.

No entanto, os investigadores conseguiram avistar e apreender a sacola contendo diversas porções de cocaína, embaladas e prontas para a venda. Em um dos cômodos do imóvel, o padastro foi surpreendido jogando algo em cima do guarda-roupa, sendo constatado se tratar de um revólver calibre 38 com quatorze munições.

Na casa também foi estava a mulher e também foram apreendidas uma balança de precisão, potes com resquícios e porções de maconha, a quantia de R$ 1,2 mil em espécie, além do automóvel Honda Civis e uma motocicleta.

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Diante dos fatos o casal e o padrasto foram conduzidos até a Derf de Rondonópolis, interrogados e autuados em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o trio foi apresentado e colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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