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Polícia Civil deflagra operação contra investigado por ameaçar e agredir ex-companheira

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (20.2), a Operação Stalker para cumprir três mandados de busca e apreensão contra um homem de 42 anos investigado por ameaça, lesão corporal qualificada e violência psicológica contra a ex-companheira.

As investigações da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Cáceres (220 km de Cuiabá) começaram no fim de dezembro, quando a vítima pediu medidas protetivas contra o ex-companheiro, afirmando que ele possuía arma de fogo e já havia ameaçado o pai dela com a arma.

A delegada Paula Araújo, responsável pela investigação, representou pelos mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça.

Os mandados foram cumpridos em três endereços do suspeito, com apoio da Delegacia Regional e da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres.

Durante o cumprimento dos mandados de busca, foram localizadas quatro armas de fogo e 264 munições de diversos calibres. Diante disso, o suspeito, que estava em um dos endereços alvos dos mandados, um sítio na zona rural de Cáceres, foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e munições.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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