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Polícia Civil deflagra operação contra furto e receptação e apreende 40 celulares

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Água Boa (630 km de Cuiabá), realizou, nessa quinta-feira (27.3), a Operação Celular Legal, visando combater crimes de furto e receptação de aparelhos celulares na região.

A ação foi um desdobramento de uma investigação iniciada após uma idosa ter seu celular furtado pelo próprio neto, que posteriormente vendeu o aparelho em uma loja de celulares da cidade.

O telefone foi localizado e devolvido à vítima, o que levou os investigadores a aprofundarem o caso e identificarem um esquema maior de comercialização de dispositivos sem procedência.

Durante a operação, os policiais cumpriram mandados de busca e apreenderam cerca de 40 celulares suspeitos de origem criminosa. As investigações apontam que os aparelhos eram adquiridos de forma ilícita e revendidos sem qualquer controle ou segurança para os compradores.

A Polícia Civil reforça a importância de adquirir produtos apenas de fontes confiáveis e devidamente documentadas, evitando assim prejuízos e possíveis implicações criminais. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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