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Polícia Civil de MT forma 15 profissionais de segurança em Curso de Operações Policiais

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Em evento marcado por grande emoção e orgulho pela conclusão de um dos cursos mais difíceis da área policial, 15 profissionais de Segurança Pública se formaram no Terceiro Curso de Operações Policiais (COP), realizado pela Gerência de Operações Especiais, da Polícia Civil de Mato Grosso, em parceria com a Academia de Polícia (Acadepol).

Os brevês e diplomas aos formandos do treinamento tático-operacional para emprego em operações especiais foram entregues na tarde desta segunda-feira (24.04), na Acadepol.

O terceiro COP iniciou com 32 inscritos entre policiais civis dos estados de Mato Grosso, Pará, Sergipe, além de servidores da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal de Mato Grosso e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Com mais de 240 horas/aulas, os alunos foram submetidos a treinamento com disciplinas teóricas e práticas, buscando o aperfeiçoamento técnico e tático dos servidores no âmbito da Segurança Pública, para emprego em missões especiais e ocorrências complexas. Apenas 15 dos 32 alunos inscritos conseguiram avançar em todas as etapas e chegar ao final da capacitação.

A solenidade de diplomação e brevetação dos profissionais de segurança pública contou com a presença de autoridades, instrutores, operadores do GOE, colaboradores e familiares. No evento também foram prestadas homenagens pela Gerência de Operações Especiais (GOE) àqueles que contribuíram para realização do curso e também pela dedicação dos policiais que se empenharam na coordenação, administração e instrução das aulas.

O gerente de Operações Especiais, delegado Frederico Murta, agradeceu o apoio da Diretoria da Polícia Civil, da Secretaria de Estado de Segurança Pública na realização do curso e parabenizou os formandos, reforçando a responsabilidade do brevê que passaram a ostentar no peito.

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“Façam valer esse carcará que carregam e façam valer tudo o que aprenderam nesses últimos dias. Eu pude acompanhar de perto a evolução de cada um dos senhores, seja como operadores, no crescimento técnico, seja como homens. Tenho certeza que cada um dos senhores sai diferente e sai melhor do que entrou nesse curso”, incentivou o chefe da GOE.

Escolhido como orador da turma, o delegado Thiago Marques Berger, aluno 04, destacou o empenho do corpo de instrução em proporcionar os ensinamentos e orientações em altíssimo nível.

“Vimos homens de fibra, que voluntariamente abriram mão do tempo com a família para instruir policiais desconhecidos. Por quê? Por um propósito de vida, de contribuir com a formação de pessoas melhores, policiais melhores e uma instituição mais forte”, disse o delegado, que ainda completou “Aos meus irmãos de turma nós materializamos o espírito de corpo. Iniciamos em 32, finalizamos em 15; Pessoas de cidades diferentes, Polícias diferentes, desconstruídos para sermos reconstruídos como operadores policias”.

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A delegada-geral, Daniela Silveira Maidel, parabenizou os alunos pela conclusão da capacitação, ressaltando a dificuldade em deixar suas casas e famílias por mais de 20 dias em busca de aperfeiçoamento.

“A formação de policiais mais capacitados é essencial para garantir a segurança e o bem-estar da população, bem como a efetividade do trabalho policial. Gostaria de reforçar a importância da coragem no trabalho de operações especiais. Não há obstáculos quando se tem coragem e de forma corajosa, todos vocês formandos, se desafiaram e superaram esse desafio”, disse.

Representando o secretário de Segurança Pública, Coronel César de Camargo Roveri, o secretário adjunto de inteligência, Valter Furtado Filho, avaliou a participação de todos os envolvidos na capacitação, destacando desde a importância da família, visão dos gestores, dedicação dos alunos que chegaram à conclusão do curso, e em especial os instrutores.

“Ser instrutor é assumir uma responsabilidade que poucos têm coragem de pegar para si. Passar instruções, ministrar um treinamento e passar ensinamentos, sem receber nada em troca, mostra um verdadeiro amor pela carreira e pela instituição, que só engrandece com a presença desses profissionais”, finalizou o secretário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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