POLÍCIA
Polícia Civil cumpre prisões contra pai e dois filhos procurados pelo Estado do Alagoas por homicídio
POLÍCIA
Um pai e dois filhos foragidos do Estado do Alagoas pelo crime de homicídio, foram presos pela Polícia Civil de Mato Grosso, na quinta-feira (30.06), no município de Barra do Bugres (167 km a médio norte de Cuiabá).
Os três procurados foram presos pela equipe do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Tangará da Serra, em cumprimento de três mandados de prisões preventivas decretados pela Justiça da Comarca de Atalaia (AL).
O crime ocorreu em dezembro de 2012, no Assentamento São Luiz, Povoado Ouricuri, zona rural da cidade de Atalaia, no Alagoas. A vítima era ex-genro e ex-cunhado, respectivamente, dos envolvidos, e foi morta por disparo de arma de fogo e golpes de facão.
As diligências iniciaram após a Delegacia Regional de Tangará da Serra ser acionada pelo Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, para dar apoio na apuração do possível padeiro dos suspeitos na região.
Diante das informações repassadas, os policiais civis do NI de Tangará da Serra conseguiram localizar os integrantes da família em uma residência no bairro Alvorecer, na cidade de Barra do Bugres.
O pai, com 68 anos hoje, e os filhos com 29 e 27 anos, foram conduzidos até a delegacia para as providências em cumprimento das prisões. Em seguida eles foram levados para Cadeia Pública de Barra do Bugres à disposição da Justiça.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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