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Polícia Civil cumpre prisão de mais dois integrantes de organização criminosa em Água Boa

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Dois traficantes, um deles apontado como líder de uma organização criminosa, tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, nesta terça-feira (04.10), em ação realizada pela Delegacia de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá), em desdobramento da Operação Arcabouço, deflagrada no início do mês de setembro.

Os mandados de prisão foram expedidos pela Sétima Vara Criminal de Combate ao Crime Organizado de Cuiabá. Com a prisão dos suspeitos, já são 12 membros de organizações criminosas presos em Água Boa entre os meses de setembro e outubro.

Os suspeitos são alvo de investigações realizadas pela Delegacia de Água Boa para apurar crimes de tráfico de drogas, organização criminosa, entre outros ocorridos no município. Um dos suspeitos é apontado como líder do grupo criminoso.

Com a ordem judicial expedida pela Justiça, os policiais civis de Água Boa realizaram diligências conseguindo realizar a prisão dos investigados, sendo um deles preso na região central da cidade e outro em frente ao auto-posto na Avenida Industrial.

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Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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