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Polícia Civil cumpre prisão de homem condenado por estupro de vulnerável

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Um homem condenado pela Justiça por crime de violência sexual, foi preso pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (15.06), em Nova Xavantina (645 km a leste de Cuiabá).

O procurado de 37 anos estava com o mandado de prisão por condenação, decretado pelo juízo da Comarca de Nova Xavantina, por estupro de vulnerável.

O acusado respondia o processo criminal desde o ano de 2012, tendo sido sentenciado pelo Poder Judiciário em 2019, pelo estupro cometido contra a sobrinha.

A prisão foi realizada após troca de informações entre a equipe da Delegacia de Nova Xavantina, com a Polícia Federal e policiais militares da Força Tática Araguaia, do município de Barra do Garças.

Com base nas informações recebidas, os policiais civis passaram a diligenciar e localizaram o suspeito em uma fazenda, na zona rural do município de Confresa.

Em cumprimento ao mandado judicial, o preso foi conduzido até a delegacia, e posteriormente levado para o Presídio Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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