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Polícia Civil cumpre prisão de autor de homicídio ocorrido no Distrito Industrial em Rondonópolis

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Um homicídio ocorrido no mês de março em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) foi esclarecido pela Polícia Civil, com a prisão do autor do crime, na manhã desta segunda-feira (25.04), em ação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município.

A prisão do suspeito ocorreu em Curitiba (PR) em parceria com o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) do estado do Paraná e apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Rondonópolis.

O crime que vitimou Paulo Eduardo da Silva, de 36 anos, conhecido como “Buiu” ocorreu no dia 12 de março no Distrito Industrial em Rondonópolis. A vítima estava realizando reparos elétricos em seu veículo quando foi alvejada por disparos de arma de fogo. Logo após o crime, o suspeito fugiu em uma motocicleta.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da DHPP iniciou as diligências para identificar os envolvidos no homicídio, conseguindo informações sobre o suspeito apontado como executor da vítima, que teria fugido para Curitiba logo após o crime.

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Com base nos levantamentos, a delegada da DHPP representou pela prisão preventiva do suspeito que foi deferida pela Justiça. A ordem judicial foi cumprida nesta segunda-feira (25), na cidade de Curitiba, após troca de informações entre as equipes da DHPP Rondonópolis e Cope do estado do Paraná.

Segundo a delegada, as investigações seguem em andamento para identificar o mandante do homicídio e esclarecer a motivação do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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