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Polícia Civil cumpre prisão contra cunhado pelo crime de estupro de vulnerável

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Um foragido da Justiça pelo crime de estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente (Deddica), nesta segunda-feira (24.10), em Cuiabá.

Há cerca de 3 anos o suspeito vinha sendo procurado, depois de ter a prisão preventiva decretada pelo Justiça. Na época dos fatos, o suspeito era casado com a irmã da vítima, e se aproveita da relação familiar para cometer o crime.

Em abril de 2019, a menor de 11 anos acompanhada de sua tia paterna procurou a Deddica para registrar a ocorrência. Na ocasião, a vítima foi ouvida em depoimento especial e relatou com detalhes os atos sexuais cometidos pelo marido de sua irmã.

Várias diligências foram realizadas, bem como a vítima foi submetida a exames que confirmaram o estupro. Ainda segundo apurado, a mãe da menina havia falecido, e desde então, ela passou a morar com sua irmã e o marido.

A criança foi atendida pela equipe psicossocial da Deddica, sendo recebida de forma acolhedora e dialogou com a profissional sobre os abusos sofridos. A menina também confirmou que não queria mais residir na casa da irmã.

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Diante dos indícios de autoria foi representado pedido de prisão do investigado, deferido pela Justiça. Com o mandado de prisão em aberto, o suspeito foi localizado pelos policiais civis nesta segunda-feira (24).

Após cumprimento da ordem, o preso foi apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.
 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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