POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mandados em Rondonópolis em apoio à operação deflagrada em Goiás
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) em apoio ao Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) da cidade de Rio Verde (GO), participou da Operação Cognomens, deflagrada nesta sexta-feira (08.04), com alvo em grupo criminoso voltado para o tráfico de drogas no estado de Goiás.
Na operação foram cumpridos mandados nas cidades de Rio Verde, Montividiu e Santo Antônio da Barra, todas do estado de Goiás, e a cidade de Rondonópolis, em Mato Grosso. Além das representações por prisões e buscas e apreensões, foram realizados bloqueios judiciais de valores existentes nas contas bancárias dos suspeitos-alvos.
Até o momento foram cumpridos 11 mandados de prisões preventivas e 13 mandados de buscas e apreensões, sendo dois deles dentro do Presídio e da Casa de Prisão Provisória de Rio Verde, com vários celulares apreendidos.
Investigações
A operação oriunda de investigação do Genarc de Rio Verde teve início após a prisão de uma mulher por tráfico de drogas. Com a prisão da suspeita, foi possível identificar a existência de um grupo criminoso que realizava a comercialização de crack, cocaína e maconha.
Segundo as investigações, o grupo era comandado por um homem que atualmente encontra-se preso no Presídio Regional de Rio Verde. A droga comercializada tinha como origem a cidade de Rondonópolis, onde também foram cumpridos mandados.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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