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Polícia Civil cumpre mandado de busca e recupera joias roubadas em Barra do Garças

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Diversas joias roubadas no mês de dezembro, em Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), foram recuperadas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

A ação deflagrada nesta quarta-feira (28.02), para cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar, é continuidade das investigações que integram a Operação Eldorado.

As correntes, pingentes, pulseiras, anéis e relógios, foram apreendidas pela Derf de Barra do Garças, em Campinápolis (658 km a leste de Cuiabá), com apoio da Delegacia de Polícia da cidade.

As diligências iniciaram após o registro do roubo, praticado no dia 19 de dezembro de 2023. No decorrer das investigações para apurar o crime, a Polícia Civil representou pelos mandados de busca e apreensão.

Uma das ordens judiciais foi cumprida na cidade de Aragarças, Estado de Goiás, e o segundo mandado cumprido em Campinápolis, resultando na recuperação de parte dos pertences roubados.

Conforme o delegado da Derf de Barra do Garças, Joaquim Leitão Júnior, as investigações continuam visando identificar os autores do roubo e localizar o restante das joias.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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