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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra integrantes de uma rede de tráfico de drogas em Poconé

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (30.4), a Operação Inativados II, para desarticular uma complexa rede de tráfico de drogas e associação para o tráfico existente no município de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá).

Foram cumpridos 21 mandados, entre prisões preventivas, buscas e apreensões domiciliares, entre outras medidas cautelares. As ordens judiciais foram decretadas pelo juízo da Comarca local, embasadas nas investigações da Delegacia de Polícia Poconé.

Os suspeitos são apontados como responsáveis pela distribuição e venda de drogas na região, e respondem pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Até o momento, houve a prisão em flagrante de três suspeitos por tráfico de drogas. Além das prisões por força dos mandados judiciais, sendo quatro presos em Poconé e um preso em Cuiabá, outro mandado foi cumprido na unidade prisional de Cáceres e dois mandados cumpridos na unidade prisional de Várzea Grande.

Todos os presos por força dos mandados de prisões foram encaminhados até a Delegacia de Poconé para os procedimentos cabíveis e posteriormente colocados à disposição da Justiça.

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O trabalho operacional contou com a participação de 40 policiais civis, das Delegacias Regionais de Várzea Grande e Cáceres.

Investigação

As diligências iniciaram após uma prisão em flagrante por tráfico de drogas, em abril de 2024. Após análise do conteúdo do celular apreendido com o suspeito, autorizada judicialmente, foi descoberta uma estrutura organizada com papéis bem definidos dentro do grupo como liderança, gerência, distribuição e comercialização de entorpecentes.

A Delegacia de Poconé apurou que parte do esquema era comandado de dentro do sistema prisional. Os envolvidos mesmo estando sob a custódia do estado conseguiam comandar as atividades utilizando celulares dentro das celas.

Conforme o delegado que coordena a operação, Eduardo Ribeiro, a operação representa um duro golpe contra o tráfico de drogas em Poconé. Demonstramos que, mesmo de dentro dos presídios, os criminosos não estão imunes à ação da justiça

“As investigações continuam visando identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso”, destacou o delegado Eduardo Ribeiro.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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