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Polícia Civil conduz dois suspeitos por furto e receptação de aparelho celular em Sapezal

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Policiais civis da Delegacia de Polícia de Sapezal (480 km a noroeste de Cuiabá), efetuaram a prisão de duas pessoas envolvidas em um furto ocorrido dentro de uma agência bancária do município, na quinta-feira (10.11).

O suspeito de 45 anos foi autuado em flagrante pelo crime de furto. O segundo envolvido de 42 anos responderá inquérito policial por receptação.

A vítima de 33 anos procurou a Polícia Civil informando que esqueceu o seu celular nas dependências do banco, e ao retornar para buscar o aparelho não encontrou.

Pelo sistema de monitoramento do local foi visualizado o homem de 45 anos pegando o objeto deixado pela cliente. As imagens mostram o suspeito saindo do banco e retornando logo depois sem o telefone. 

O suspeito foi localizado e durante conversa confirmou que realmente havia pego o celular, e logo em seguida vendeu para outra pessoa pelo valor de R$ 120. Em seguida, o receptador foi abordado e ambos encaminhados para esclarecimentos.

Na Delegacia de Sapezal os conduzidos foram interrogados, sendo o um autuado pelo crime de furto e o outro por receptação.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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