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Polícia Civil conclui 150 inquéritos sobre crimes de violência doméstica em Lucas do Rio Verde

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde concluiu a Operação Impunidade Zero, de combate a crimes de violência doméstica e familiar no município com a conclusão de 150 inquéritos que responsabilizou autores de crimes, como estupro, estupro de vulnerável, ameaça, lesão corporal, entre outros.

A operação foi iniciada em junho pelo Núcleo de Atendimento a Criança, Adolescente, Idoso e Mulher e nesta terça-feira (28.06), o delegado Eugênio Rudy apresentou os resultados a autoridades do Poder Judiciário, Ministério Público e Prefeitura Municipal.

Durante a Operação Impunidade Zero foram efetuadas cinco prisões em flagrante, dois cumprimentos de mandados de prisões preventivas e a conclusão dos 150 inquéritos policiais, dos quais 132 já foram protocolados no sistema Processo Judicial eletrônico, do Poder Judiciário de Mato Grosso.

A Polícia Civil também divulgou as informações obre três investigados que estão com as prisões preventivas decretadas pela Justiça. Eles são procurados por crimes como tentativa de feminicídio e estupro de vulnerável.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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