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Polícia Civil bloqueia R$ 7 mil provenientes de golpe do frete com vítima do Pará

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A Delegacia Especializada em Estelionato e Fraudes de Cuiabá conseguiu bloquear R$ 7 mil para uma vítima de um golpe do frete aplicado na compra uma máquina retroescavadeira. 

A vítima, que mora em um distrito no interior do Pará, procurou a Polícia Civil e relatou que um conhecido seu o informou sobre a venda da escavadeira hidráulica que estava sendo ‘ofertada’, supostamente, por um morador da cidade de Santo Antônio de Leverger, em Mato Grosso. 

A vítima passou a negociar a venda da máquina, pelo aplicativo Whatsapp, e o suposto vendedor disse que entregaria o equipamento na cidade de Nova Canaã dos Carajás, no Pará. Contudo, o comprador deveria arcar com os custos do frete, no valor de R$ 24 mil. 

A vítima fez o pagamento acordado, via Pix, e aguardou a chegada da máquina na cidade combinada, que deveria ser entregue no mês de dezembro, o que não ocorreu. 

A partir das informações coletadas pela Delegacia de Estelionatos, a unidade conseguiu rastrear uma conta que recebeu o valor da vítima e bloqueou R$ 7 mil.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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