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Polícia Civil apreende maconha e 153 pinos de cocaína em continuidade de operação em Tapurah

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Mais uma grande quantidade de drogas, entre maconha e pinos de cocaína, foram apreendidos pela Polícia Civil, na sexta-feira (30.06), durante continuidade das diligências da Operação Dissimulare, deflagrada pela Delegacia de Tapurah (433 km a médio-norte de Cuiabá).

A operação, deflagrada na quinta-feira (29), tem como foco o combate ao tráfico de drogas instalado na região, e contou com o apoio da Delegacia Regional de Nova Mutum e da Delegacia de Lucas do Rio Verde. No dia da deflagração, oito pessoas foram presas, sendo apreendidos cerca de 800 pinos de cocaína, diversas porções de maconha, a quantia de R$ 3 mil em dinheiro, além de outros apetrechos relacionados ao tráfico.

Em continuidade às diligências, na tarde de sexta-feira (30), os policiais da Delegacia de Tapurah realizaram diligências em um terreno baldio ao lado de uma das residências alvo do mandado de busca e apreensão, onde um casal foi preso em flagrante com diversos materiais de origem ilícita.

No local, os investigadores localizaram mais dois tabletes e meio de maconha e uma lata de achocolatado com 153 pinos de cocaína. O material ilícito estava acondicionado em uma sacola plástica e submersos em um monte de folhas.

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Desta forma, o material foi apreendido sendo ao flagrante lavrado na quinta-feira (29), em que o proprietário da casa e sua namorada foram autuados por tráfico de drogas e associação ao tráfico.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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