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Polícia Civil apreende adolescentes que picharam prédio público em retaliação a investigação de tráfico de drogas

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A Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade apreendeu nesta terça-feira (09.04) dois adolescentes que fizeram pichações em prédio público da cidade contra o trabalho da Polícia Civil.

A equipe da delegacia identificou também quem mandou os dois adolescentes realizarem as pichações. A motivação para a ação criminosa, segundo os autores, seria em represália à apreensão de entorpecentes realizada no fim de semana pela Delegacia de Vila Bela.

Na noite de sexta-feira, as equipes policiais apreenderam 108 tabletes de cloridrato de cocaína, transportados em uma picape Saveiro. O veículo foi interceptado em uma barreira da Polícia Civil em uma das estradas que fazem ligação do município com a Bolívia. Na ocasião, o motorista jogou o veículo contra a viatura e um dos suspeitos desceu disparando contra os policiais, que necessitaram revidar a agressão. Os outros três fugiram em meio à mata.

A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos que participaram direta ou indiretamente das publicações em redes sociais e das pichações, além das buscas pelos suspeitos que transportavam a cocaína.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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