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Polícia Civil apreende adolescente investigado pela morte de aprovado em concurso da PM 

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Sinop, apreendeu nesta segunda-feira (29.05) um menor de 16 anos investigado pela morte do agente funerário, Romário Dias Pereira, de 32 anos, ocorrida em 22 de março deste ano.

A vítima havia passado no concurso da Polícia Militar e aguardava ser chamado para assumir a função pública.

A apreensão do menor ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência da mãe do suspeito, no bairro Gente Feliz. Na residência, os policiais encontraram três celulares que ligaram a participação do menor em outros dois crimes ocorrido na cidade.

Um dos crimes foi o roubo a uma loja de celulares, ocorrido na última sexta-feira (26.05) no centro, e um roubo a uma pessoa de 56 anos na Avenida André Maggi no mês de março.

No decorrer das investigações, a DHPP confirmou que três pessoas teriam participado da execução de Romário Pereira e as investigações continuam para a localização dos outros dois investigados.

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O adolescente foi encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia de Sinop e ficará à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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