POLÍCIA
PMs de Mato Grosso e Goiás prendem foragido da Justiça por estupro de vulnerável
POLÍCIA
Policiais militares dos Estados de Mato Grosso e de Goiás prenderam em flagrante, no sábado (29.3), um homem com mandado de prisão em aberto na cidade de Bom Jardim de Goiás (GO). O suspeito estava sendo procurado pelo crime de estupro de vulnerável, que foi cometido na cidade de Água Boa.
Conforme o boletim de ocorrência, na noite de sábado, os militares de Barra do Garças receberam denúncias sobre a localização, no município mato-grossense, de um homem que estava sendo procurado pela Justiça.
As equipes iniciaram as diligências e receberam informações de que o suspeito havia saído da cidade, conduzindo um caminhão carregado de grãos de soja, em direção ao Estado de Minas Gerais.
Diante das informações, a PM de Mato Grosso iniciou acompanhamento e solicitou apoio da PM de Goiás, que conseguiu abordar o veículo nas proximidades do município de Bom Jardim de Goiás, na BR-158.
Ao ser abordado, o próprio suspeito confirmou ter conhecimento do mandado de prisão em seu desfavor.
Ele foi detido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Barra do Garças para registro da ocorrência e as demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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