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PM lamenta o falecimento do soldado Ademilson Rodrigues em Rondonópolis

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É com profundo pesar que a Polícia Militar de Mato Grosso comunica o falecimento do soldado Ademilson Rodrigues da Silva, de 33 anos, na manhã deste domingo (30), no Hospital Regional de Rondonópolis. O policial militar não resistiu aos ferimentos após sofrer um acidente de trânsito no dia 22 de janeiro, na BR-364, na região de Jaciara. 

O militar estava em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Rondonópolis desde o dia 22 e, neste domingo, apresentou complicações em seu quadro de saúde e faleceu.  

Soldado Ademilson Rodrigues completou 33 anos no último dia 20. Era um policial jovem, alegre e muito dedicado ao trabalho. O policial ingressou para as fileiras da PM, em novembro de 2015, atualmente ele pertencia ao efetivo da 7ª Companhia Independente de Polícia Militar de Jaciara. Ele deixa três filhos.

O comandante-geral da PMMT, coronel Jonildo José de Assis, lamenta a trágica e dolorosa perda e transmite as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e colegas de trabalho do inestimável policial. 

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O velório acontece na Capela Santa Rita e o sepultamento está marcado para às 17h, no Cemitério de Jaciara.  

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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