POLÍCIA
PM desmobiliza acampamentos em quartéis de Sinop, Cáceres, Alta Floresta e Rondonópolis
POLÍCIA
Acampamentos de manifestantes montados na porta de quartéis no interior de Mato Grosso foram desmobilizados pela Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (10.01), no âmbito da Operação Rescaldo, coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).
A exemplo do que ocorreu em Cuiabá, a Polícia Militar esteve no local para a retirada de materiais que eram usados pelos grupos, como tendas e banheiros químicos, em cumprimento à determinação do Supremo Tribunal Federal.
Em Rondonópolis, um grupo de manifestantes se concentrava em frente ao 18º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC), sediado na BR-364. Em Cáceres, os manifestantes ocupavam a frente do Comando de Fronteira. Já em Alta Floresta e Sinop, os grupos ocupavam a frente das seções de Tiro de Guerra.
Na Capital, manifestantes também desocuparam a frente da Brigada de Infantaria Motorizada, localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), na manhã desta terça-feira.
Equipes das forças de segurança seguem monitorando os locais.

Fonte: PM MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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