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Pastor condenado por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil

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Um pastor condenado pela Justiça por estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Civil, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, na quinta-feira (30.08), em Dom Aquino (166 km ao sul de Cuiabá).

A ação contou com apoio os policiais civis da Delegacia de Dom Aquino. O foragido de 51 anos teve a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, no dia 13 de julho.

Após ação penal, o réu foi condenado em sentença transitada em julgado pela Justiça Estadual, a pena de 13 anos e 8 meses de reclusão por estupro de vulnerável.

Durante diligências para cumprimento de ordem de serviço, os policiais civis da Polinter identificaram o pastor residindo em Dom Aquino, razão pela qual uma equipe deslocou-se até o município.

Em conjunto com os investigadores da Delegacia de Dom Aquino, o homem foi localizado em uma igreja na região central da cidade.

Ele foi conduzido para as providências em cumprimento ao mandado judicial, e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário para início da pena condenatória.

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O crime

O crime de estupro de vulnerável foi cometido há 12 anos, tendo como vítima a enteada do acusado.

Os abusos sexuais foram apurados pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, resultando na condenação do investigado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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