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Padrasto investigado por estupro de vulnerável tem prisão cumprida pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Um padrasto investigado por abusar sexualmente de sua enteada desde os 4 anos de idade, foi preso pela Polícia Civil, na quarta-feira (13.04), no município de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), em ação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher para cumprimento de mandado judicial.

O idoso de 61 anos teve a ordem de prisão preventiva expedida pela Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca local, pelos crimes de estupro de vulnerável.

Conforme apurado pela Polícia Civil, os abusos iniciaram quando a criança estava com 4 anos de idade, e ocorreram por diversas vezes entre os anos de 2007 a 2011.

Diante da prisão em aberta, os policiais civis da DDM de Rondonópolis, localizaram o suspeito em frente à uma residência. O suspeito foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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