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Operação Sonora autua três estabelecimentos comerciais por irregularidades em Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio da Câmara Temática do Meio Ambiente Urbano vinculado ao Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT), realizou a primeira edição da Operação Sonora em diversos bares de Cuiabá. 

A fiscalização integrada entre as forças de segurança ocorreu na noite da última sexta-feira (13.05). Ao todo, três estabelecimentos comerciais de grande movimentação foram autuados e tiveram as atividades interrompidas até à devida regularização das normas. 

A vistoria foi realizada nos bairros Boa Esperança, Jardim Europa e Duque de Caxias. De acordo com a coordenadora do GGI, major PM Monalisa Toledo, essa é uma frente de trabalho iniciada em 2019, no entanto, devido à pandemia, tiveram que suspender os trabalhos. 

“Resolvemos voltar às atividades de fiscalização, após denúncias da população diante de ocorrências de poluição sonora e perturbação de sossego em diferentes pontos da capital. Estamos com uma programação de ações para os próximos dias”, ressalta. 

Um dos estabelecimentos recebeu infração por dispor mesas e cadeiras em calçadas, além do som acima do permitido. Outro ambiente foi autuado por não possuir projeto de tratamento acústico e poluição sonora. Já o terceiro alvo da operação não possuía licenciamento ambiental e recebeu autuação criminal.

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“Neste momento, o foco foi estabelecimentos comerciais, mas nada impede que pode ocorrer em residências e condomínios fechados. É muito importante que a população tenha essa consciência e também faça a sua parte”, ponderou.

A Operação Sonora contou com a participação do 1º Batalhão de Polícia Militar, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, 1º Batalhão de Bombeiros Militar, Juizado Volante Ambiental (Juvam), Secretaria de Ordem Pública de Cuiabá (SORP), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob) e da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema). Toda ação teve o apoio do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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