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Operação Parabellum cumpre 24 prisões e buscas contra organização criminosa no sul do estado 

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Taquari, deflagrou na manhã desta sexta-feira (17.03) a Operação Parabellum com o cumprimento de 24 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, contra investigados por tráfico e associação para o tráfico cometidos por uma facção criminosa que atua na região. 

Ao todo estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão temporária e 10 busca e apreensão domiciliar contra alvos no município de Alto Taquari.

As diligências iniciaram no final do ano passado para apurar crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, e culminou na identificação de suspeitos, alguns presos em unidades do Sistema Penitenciário, e outros integrantes que circulavam livremente na região cometendo diversos crimes.

Conforme a investigação da Delegacia de Alto Taquari, o grupo era bem estruturado e ordenado, com divisão de tarefas entre seus integrantes, e responsável por grande parte das ocorrências praticadas no município. 

Durante monitoramento da associação, a Polícia Civil conseguiu mapear o funcionamento, com a identificação dos membros e as respectivas funções. As principais características dentro do grupo eram hierarquia, organização pré-definida com disciplina e gerências, fluxo financeiro com pagamento de mensalidades, taxa sob o tráfico de droga, extorsão de empresários, entre outros.

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Diante das indícios e provas, o delegado Artur Almeida representou pelos mandados judiciais, expedidos pelo juízo da Vara Única da Comarca de Alto Taquari e com parecer favorável do Ministério Público Estadual.

A operação “Parabellum” contou com a participação de 40 policiais civis das Delegacias de Pedra Preta, Guiratinga, Alto Garças, Alto Araguaia e 1ª Delegacia e DEDM de Rondonópolis.

 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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