POLÍCIA
Operação Inativados cumpre sete mandados contra investigados por tráfico em Poconé
POLÍCIA
A Delegacia da Polícia Civil de Poconé deflagrou, nesta terça-feira (03.12), a Operação Inativados para cumprir prisões preventivas e buscas contra investigados que, mesmo presos, comandavam o tráfico de drogas no município.
Foram cumpridos três mandados de prisão e quatro de buscas. Com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Regional de Cáceres foram efetuadas duas prisões e três buscas em unidades prisionais nas cidades de Várzea Grande e Cáceres.
A operação é resultado de um inquérito policial da Delegacia de Poconé para apurar os crimes de associação para o tráfico e tráfico de drogas no município pantaneiro.
A investigação apontou que, mesmo da prisão, os criminosos continuavam comandando a venda de drogas, cooptando pessoas na cidade para ‘ativá-las’ no crime e instalando bocas de fumo em Poconé.
O delegado de Poconé, Eduardo Ribeiro, destaca que a operação é uma medida para remover aparelhos celulares das celas dos investigados e, com isso, diminuir a criminalidade fora dela, ao cortar o contato dos criminosos.
Foram presos preventivamente três investigados – um em Poconé, um em Várzea Grande e outro em Cáceres.
Os presos passarão por audiência de custódia nas respectivas comarcas e as investigações continuarão.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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